A Polícia Federal (PF) determinou o retorno de Eduardo Bolsonaro ao cargo de escrivão que exercia na corporação. A decisão ocorreu nesta sexta-feira (2), após o político perder o cargo de deputado federal por ultrapassar o limite de ausências no plenário.
O agora ex-deputado acumulou 59 ausências não justificadas. Ele está nos Estados Unidos desde março de 2025 e havia pedido licença do mandato parlamentar. No entanto, o prazo da licença terminou em 21 de julho e o parlamentar não retornou ao Brasil.
Mandato cassado
Eleito pelo estado de São Paulo pela primeira vez em 2015, Eduardo Bolsonaro teve seu último mandato cassado no dia 18 de dezembro. De acordo com o Diário Oficial da União desta sexta-feira (2), a determinação oficializa “a cessação do afastamento para exercício de mandato eletivo, a partir de 19 de dezembro de 2025”.
Eduardo Bolsonaro também é réu em processo no Supremo Tribunal Federal (STF) por promover sanções contra o Brasil, com o objetivo de evitar o julgamento de seu pai, Jair Bolsonaro, no caso que investiga uma trama golpista.
Reação nas redes sociais
Em publicação feita nas redes sociais, Eduardo reagiu à determinação da PF: “Eles acham que vão me parar confiscando meus cargos. Minha luta é por liberdade, pelo Brasil, não por cargos”.