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Anvisa aprova caneta para diabetes que combina insulina e semaglutida

Kyinsu reúne dois princípios ativos em uma única aplicação semanal
Canetas de aplicação de insulina e semaglutida para diabetes sobre uma mesa, com dispositivo de controle ao fundo; imagem gerada por IA.

A Anvisa aprovou um novo medicamento para diabetes tipo 2 que combina insulina e semaglutida em uma única solução injetável. Chamado Kyinsu, o produto terá aplicação uma vez por semana e é voltado a pacientes que precisam intensificar o controle da glicemia.

O registro foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (28). O medicamento reúne insulina icodeca e semaglutida e terá apresentações em sistema aplicador no formato de caneta.

Como funciona a nova caneta para diabetes?

A principal novidade é reunir dois princípios ativos em uma única aplicação semanal. A insulina icodeca tem ação prolongada, enquanto a semaglutida atua de forma semelhante ao hormônio GLP-1.

Segundo a Anvisa, o Kyinsu é o primeiro medicamento a combinar uma dose fixa de insulina basal e um agonista do receptor de GLP-1 para administração semanal.

A aplicação ocorre por injeção subcutânea, ou seja, sob a pele. Entre os locais indicados estão coxa, braço e barriga.

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Quem poderá usar o Kyinsu?

O medicamento é indicado para adultos com diabetes mellitus tipo 2 que não conseguem controlar adequadamente a doença com insulina basal ou medicamentos agonistas do receptor de GLP-1.

O tratamento também funciona como complemento à alimentação, exercícios físicos e outros medicamentos antidiabéticos orais, conforme a indicação médica.

A aprovação do registro permite a comercialização do produto no Brasil, mas o uso deve seguir orientação médica.

Quais são as apresentações do medicamento?

A Anvisa registrou seis apresentações diferentes do Kyinsu. Duas delas contêm 300 U de insulina icodeca e 0,86 mg de semaglutida em 0,43 ml.

As outras quatro possuem concentração de 700 U/ml de insulina icodeca e 2 mg/ml de semaglutida, em cartuchos de 1 ml ou 1,5 ml. Algumas apresentações também incluem agulhas.

O registro do Kyinsu foi concedido à Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil e tem validade até setembro de 2036.

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Autor

  • Bruna Santos

    Jornalista e redatora com experiência em produção de conteúdo digital. Atuou em portais de notícia, rádio e agências, escrevendo para áreas como finanças, saúde, direito e bem-estar. Pós-graduada em Comunicação e Marketing, se especializou em produção de conteúdo informativo para sites.

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