O goleiro Matheus Kayzer e o preparador físico Leonardo Cupertino entraram com ações trabalhistas contra a Ponte Preta, alegando atrasos no pagamento de salários e outros direitos contratuais. Os processos, que tramitam no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, somam cerca de R$ 1 milhão.
A ação de Kayzer envolve R$ 439.338, incluindo R$ 200 mil por danos morais, devido aos impactos dos atrasos em sua vida pessoal. Ele também reivindica valores referentes a FGTS, férias, 13º salário e multas.
Já Cupertino, que assumiu a preparação física da Ponte no fim de 2024, busca receber R$ 587.036,65, referentes a salários de seis meses atrasados, premiações e danos morais, entre outros direitos. O profissional deixou o clube após a Série C e foi contratado pelo Paysandu. Para a temporada de 2026, a preparação física da equipe ficará a cargo de Marco Alejandro, da comissão técnica de Marcelo Fernandes.
Outros processos contra a Ponte
Ao longo de 2025, diversos funcionários também recorreram à Justiça por causa de pendências salariais, entre eles Maguinho, Jean Dias, Nilson Júnior, Everton Brito, Wanderson, Lucas Cândido, Jhonny Lucas e Gustavo Vintecinco. Alguns desses processos, como os de Jean Dias, Everton Brito e Wanderson, resultaram na rescisão contratual por decisão judicial devido aos atrasos.