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Maníaco do Parque planeja mudar de nome ao sair da prisão

Ele foi condenado a pena de 30 anos pela morte de nove mulheres
Maníaco do Parque

Faltando apenas dois anos para sair da prisão Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque, que foi condenado a pena de 30 anos pela morte de nove mulheres, planeja mudar de nome assim que terminar de cumprir sua condenação.

“Sou um novo homem. Aqule Francisco não existe mais”, disse ele em entrevista a psicóloga Simone Lopes Bravo, dentro da Penitenciária de Iaras, em São Paulo. Ela está para lançar um livro sobre o criminoso de acordo com o blog True Crime.

Na época de sua condenação a pena máxima permitida era de 30 anos seguindo a legislação brasileira. Hoje o preso divide cela com outros seis criminosos também acusados de estupro.

O modus operandi do Maníaco do Parque

Filme Maníaco do Parque, onde o serial killer é interpretado pror Silvero Pereira
Filme Maníaco do Parque, onde o serial killer é interpretado pror Silvero Pereira. Imagem: Prime Video/Reprodução.

Para atrair as vítimas, o Maníaco do Parque prometia emprego como modelo para as mulheres, depois de assassiná-las ele voltava ao local do crime e se masturbava diante do corpo.

 “Ficava com muitos pensamentos. Não conseguia parar de pensar. Aqueles pensamentos me excitavam”, confessou ele sobre o modo de operação no assassinato das nove mulheres.

O Maníaco também contou que nem todas as mulheres qu ele abordou foram mortas. Segundo ele as vezes ele ia para mata com elas e decidia não fazer nada, as levava de volta a rodoviária e aconselhava a tomar cuidado.

Serial killer alega mudança devido a religião e diz que impulsos vieram da infância

Francisco Pereira diz que após ter se batizado em 1999, na Penitenciáia de Itaí, em São Paulo, houve uma transformação em sua vida. “Nunca mais voltaram”, disse ele se referindo aos pensamentos violentos.

Apesar da crença na religião, ele não se desculpa com os familiares das vítimas alegando, “Deus já me perdoou”.

Durante entrevista com a psicológa, ele vinculou seus crimes a impulsos que vieram da infância, como o hábito de consumir revistas pornográficas ainda muito jovem. “Meus pensamentos eram mais fortes que eu. Não conseguia controlar”, contou o Maníaco do Parque.


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Autor

  • Rayssa de Souza

    Estudante de Jornalismo com previsão de conclusão do curso em 2026. Atualmente, desenvolve iniciação científica na área de comunicação e direitos humanos, com ênfase na violência contra jornalistas brasileiros durante o governo Bolsonaro. Como estagiária no portal, alia o aprendizado acadêmico à prática do jornalismo digital, sempre com olhar atento para temas sociais e de relevância pública.

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