O Bolsa Família foi reajustado para uma faixa entre R$ 691 e R$ 777. Anunciada nesta quinta-feira (17), a medida começa a ser paga em 19 de outubro, conforme o calendário do mês.
O benefício, que tinha valor mínimo de R$ 600, foi estabelecido durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, após a substituição do Bolsa Família pelo Auxílio Brasil. O programa passou a ter uma nova denominação durante aquele período, enquanto o Auxílio Emergencial foi criado durante a pandemia de Covid-19.
Em 2023, com o início do governo Luiz Inácio Lula da Silva, o programa voltou a se chamar Bolsa Família. A mudança retomou o nome utilizado anteriormente para o principal programa de transferência de renda do governo federal.
Reajustes
O benefício médio avançará para R$ 777.O repasse por integrante familiar subirá de R$ 142 para R$ 164, acompanhado por reajustes nos adicionais:
- Criança até 6 anos: de R$ 150 para R$ 173
- Gestante: de R$ 50 para R$ 58
- Jovem (7 a 18 anos incompletos): de R$ 50 para R$ 58
- Bebê até 6 meses: de R$ 50 para R$ 58
Regras para receber o benefício
A regra principal estabelece que a renda de cada membro da família não pode ultrapassar R$ 218 mensais. Primeiramente, é necessário estar registrado no Cadastro Único, com todas as informações corretas e atualizadas. O cadastro é realizado nos postos de atendimento da assistência social dos municípios, como os CRAS, sendo necessário apresentar CPF ou título de eleitor.
Estar inscrita no Cadastro Único não garante que a família passe a receber o Bolsa Família imediatamente. A cada mês, o programa identifica automaticamente as famílias que serão incluídas e que terão direito ao benefício.





