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Pagamentos do Bolsa Família em abril começam hoje; veja calendário completo

Benefício começa a ser pago nesta terça e segue cronograma escalonado por final do NIS
Cartão do programa Bolsa Família em destaque, simbolizando o acesso aos benefícios e o calendário de pagamentos de junho detalhado no texto.

O Bolsa Família começa a pagar os valores de abril nesta quinta-feira (16) para milhões de famílias em todo o país. O calendário segue o modelo tradicional, organizado conforme o número final do NIS (Número de Identificação Social), e deve atender cerca de 18,7 milhões de beneficiários.

Os primeiros a receber são os inscritos com final 1 no NIS. Os depósitos seguem de forma escalonada até o fim do mês, garantindo organização e evitando filas nos pontos de saque.

Bolsa Família começa hoje; veja o calendário de abril

O pagamento do Bolsa Família é feito de acordo com o último número do NIS. Cada grupo recebe o benefício em uma data específica definida pelo governo.

Confira o calendário de abril:

Final 1 – 16 de abril
Final 2 – 17 de abril
Final 3 – 20 de abril
Final 4 – 22 de abril
Final 5 – 23 de abril
Final 6 – 24 de abril
Final 7 – 27 de abril
Final 8 – 28 de abril
Final 9 – 29 de abril
Final 0 – 30 de abril

O cronograma mantém o padrão utilizado ao longo do ano, facilitando o acesso ao benefício para milhões de famílias.

Calendário do Bolsa Família em 2026

Logotipo do Governo Federal e Bolsa Família em material informativo sobre o cronograma de abril.
Divulgação: Gov.br

Qual o valor do Bolsa Família em 2026

O valor mínimo do Bolsa Família permanece em R$ 600 por família. No entanto, o benefício pode aumentar conforme a composição familiar.

Veja os adicionais pagos pelo programa:

R$ 150 para cada criança de até 6 anos
R$ 50 para gestantes
R$ 50 para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos
R$ 50 para bebês de até seis meses

Esses valores são somados automaticamente ao benefício principal quando a família atende aos critérios e mantém os dados atualizados no Cadastro Único.

Quem pode receber o Bolsa Família

O Bolsa Família atende famílias em situação de vulnerabilidade social. Para participar, a pessoa precisa se inscrever no Cadastro Único do governo federal.

A principal regra é que a renda mensal por pessoa da família seja de até R$ 218. Para calcular esse valor, o governo soma a renda de todos os moradores da casa e divide pelo número de pessoas da família.

Além disso, os beneficiários precisam cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação. Entre eles estão a frequência escolar das crianças e a vacinação em dia.

Caso essas regras não sejam cumpridas, o benefício pode ser bloqueado ou suspenso temporariamente.

Como consultar o pagamento do Bolsa Família

Os beneficiários podem consultar o valor e a data de pagamento diretamente pelo aplicativo Caixa Tem. O aplicativo permite movimentar o dinheiro sem precisar ir até uma agência.

Pelo celular, é possível pagar contas, fazer transferências via Pix e utilizar o cartão virtual para compras.

Quem preferir sacar o dinheiro em espécie também pode retirar o valor em caixas eletrônicos, casas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui ou agências da Caixa Econômica Federal.

A recomendação do governo é acompanhar o calendário e manter o cadastro atualizado no CadÚnico para evitar bloqueios ou atrasos no pagamento do benefício.

Como me cadastrar no Bolsa Família

Para se cadastrar no Bolsa Família, a família precisa primeiro estar inscrita no Cadastro Único do Governo Federal, conhecido como CadÚnico. Esse cadastro identifica famílias de baixa renda e permite o acesso a programas sociais.

O responsável familiar deve procurar o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo, levando documentos como CPF ou título de eleitor, além de documentos dos demais membros da família.

Durante o atendimento, o agente social coleta informações sobre renda, moradia e composição familiar. Após a inscrição, os dados passam por análise automática do governo. Estar no CadÚnico não garante entrada imediata no Bolsa Família, mas é o passo obrigatório para participar do programa.

Para evitar bloqueios, o governo recomenda atualizar o cadastro a cada 24 meses ou sempre que houver mudança na renda, endereço ou composição familiar.dos atualizados para evitar atrasos ou bloqueios no pagamento.


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Autor

  • Bruna Santos

    Jornalista e redatora com experiência em produção de conteúdo digital. Atuou em portais de notícia, rádio e agências, escrevendo para áreas como finanças, saúde, direito e bem-estar. Pós-graduada em Comunicação e Marketing, se especializou em produção de conteúdo informativo para sites.

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