A pesquisa Quaest indica que o presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão tecnicamente empatados em um eventual segundo turno das eleições de outubro, divulgada nesta quarta-feira (13).
O desempenho eleitoral entre Lula e Flávio Bolsonaro tem oscilado nos últimos meses. No levantamento de abril da Quaest, o senador liderava, enquanto em março ambos apareciam empatados, com 41% das intenções de voto. Já o presidente começou dezembro com uma vantagem de dez pontos, que diminuiu progressivamente para sete em janeiro e cinco em fevereiro.
No primeiro turno, a pesquisa apresentou aos eleitores um cenário possível. Lula lidera com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro com 33%. Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) aparecem com 4% cada.

Cenários difeferentes
As pesquisas também analisaram um possível confronto entre Lula e Romeu Zema (Novo), ex-governador de Minas Gerais. O presidente registra 44% das intenções de voto, mantendo o mesmo percentual de março e apresentando leve alta em relação a abril, quando tinha 43%. Zema aparece com 37%, acima dos 36% de abril e 34% de março. Entre os eleitores, 4% permanecem indecisos, enquanto 15% declararam voto em branco, nulo ou que não irão votar
O representante do PT registra 44% das intenções de voto, mesmo percentual de março e ligeiro aumento em relação a abril, quando tinha 43%. Ronaldo Caiado aparece com 35%, mantendo o mesmo índice de abril e acima dos 32% registrados em março. Entre os eleitores, 4% permanecem indecisos, enquanto 17% declararam voto em branco, nulo ou que não irão votar, contra 18% em abril e 21% em março.

Em um cenário de confronto entre Lula e Renan Santos (Missão), o presidente registra 45% das intenções de voto, acima dos 44% de abril e março. Renan aparece com 28%, acima dos 24% registrados nos dois meses anteriores. Entre os eleitores, 5% permanecem indecisos, enquanto 22% declararam voto em branco, nulo ou que não irão votar, contra 27% em abril e 30% em março.
Os índices de avaliação do presidente Lula apresentaram pequenas mudanças. A desaprovação passou de 52% para 49%, enquanto a aprovação subiu de 43% para 46%. Em abril, a diferença entre desaprovação e aprovação era de nove pontos; atualmente, essa margem caiu para apenas três pontos.
A Genial Investimentos encomendou o levantamento, que ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 8 e 11 de maio. A pesquisa tem margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no TSE é BR-03598/2026.