O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou nesta sexta-feira (25) que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresente parecer sobre os pedidos pendentes em duas investigações de grande repercussão: a suspeita de fraude no Banco Master e o esquema de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Em seu despacho, Fachin fixou o prazo de cinco dias para que a PGR avalie a pertinência, a necessidade e a adequação das medidas solicitadas, bem como a eventual repercussão sobre o andamento dos processos. Após a manifestação do órgão, os autos deverão retornar à Presidência do STF.
Apesar de continuarem sob a relatoria do ministro André Mendonça, os processos de ambos os casos foram encaminhados à Presidência da Corte no dia 12 de setembro para deliberação sobre desdobramentos regimentais.
Caso Master
A investigação sobre o escândalo do Banco Master segue em expansão, embora a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no Senado continue paralisada.
Desse modo, a instituição financeira é suspeita de articular fraudes bilionárias que vieram à tona em dezembro de 2025, quando o Banco Central decretou sua liquidação e a Polícia Federal prendeu o banqueiro Daniel Vorcaro.
Desde então, desdobramentos sobre a suposta participação de autoridades e políticos de alto escalão (incluindo citações a ministros do STF) motivaram uma sessão histórica no Senado para debater o enquadramento do caso e a atuação dos magistrados citados.




