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Presidente do Porto de Santos é citado em investigação da PF sobre fraudes no INSS

Anderson Pomini, atualmente em férias no exterior, teve endereço alvo de busca na operação que apura esquema nacional de descontos ilegais em aposentadorias.
Presidente do Porto de Santos é citado em investigação da PF sobre fraudes no INSS

A Operação Sem Desconto, que investiga um esquema fraudulento nas aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), teve outro desdobramento com a nova fase cumprindo mandados judiciais em 15 estados do Brasil. Um dos mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça incluiu o endereço de Anderson Pomini na cidade de São Paulo, presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS).

Em nota, Pomini negou qualquer ligação com o esquema de descontos indevidos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), alvo da Operação Sem Desconto, deflagrada nesta quinta-feira (13) pela Polícia Federal (PF) em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU).

Segundo a nota encaminhada pelo próprio Anderson ao VTVNews, ele diz que “não tem qualquer relação com o INSS” e que “eventual menção ao seu nome poderá decorrer do exercício regular da advocacia”. Pomini ainda declarou que não teve acesso aos autos do inquérito e disse desconhecer o conteúdo das investigações.

A APS informou que o presidente está fora do país, em período de férias. “Primeiro, cumpriu missão oficial com grupo de parlamentares e associações do setor portuário. Depois, se deslocou em viagem de caráter privado em férias regulares”, comunicou a estatal.

Ex-presidente do INSS é preso

Na mesma operação, a PF prendeu Alessandro Stefanutto, ex-presidente do INSS, afastado do cargo ainda na primeira fase da investigação. Ele é apontado como um dos alvos centrais do esquema de cobranças não autorizadas aplicadas diretamente sobre aposentadorias e pensões em todo o país.

A nova etapa da ofensiva ocorreu nas primeiras horas da manhã e mobilizou agentes em diversas regiões. Ao todo, foram cumpridos 63 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares.

A PF informou que os investigados podem responder por inserção de dados falsos em sistemas públicos, organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva, além de práticas de ocultação e dilapidação patrimonial.

Procurada, a Polícia Federal não detalhou o conteúdo do mandado que envolveu o nome de Pomini.


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Autor

  • Iago Yoshimi Seo

    Jornalista formado em junho de 2025, atuando desde 2023 com foco em reportagens de profundidade, gestão de projetos, fotografia e pesquisa. Autor de obra sobre temas sociais e políticos, com análise crítica da democracia e da sociedade.

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