O senador Flávio Bolsonaro participou, nesta terça-feira (7), do segundo dia da audiência pública que analisa a proposta de tarifar os produtos exportados pelo Brasil em 25%. Na ocasião, Flávio voltou a pedir que os Estados Unidos apliquem o tarifaço apenas após o término das eleições.
O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) apresentou a proposta de taxação em junho.
De acordo com o órgão, o Brasil vem adotando práticas que prejudicam o comércio americano. A decisão final sobre a aplicação das tarifas deve ocorrer em 15 de julho.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, o senador afirmou que, mais uma vez, foi fazer o trabalho que o presidente Lula não fez (veja o vídeo abaixo).
“Vim aos Estados Unidos, mais uma vez, fazer o trabalho que o Lula e o PT, o ‘Partido do Tarifaço‘, decidiram não fazer. Vim para defender as empresas brasileiras, para defender a nossa economia e o nosso PIB. No que depender de mim, não vai ter tarifa no Brasil!”, disse o parlamentar.
Vim aos Estados Unidos, mais uma vez, fazer o trabalho que o Lula e o PT, o Partido do Tarifaço, decidiram não fazer. Vim para defender as empresas brasileiras, para defender a nossa economia e o nosso PIX.
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 7, 2026
No que depender de mim, não vai ter tarifa no Brasil!… pic.twitter.com/m1y4BwridZ
O senador criticou ainda a ausência de representantes do governo federal na audiência, que contou com a presença de empresas e instituições de ambos os países.
“E gente, é impressionante como tinha todo mundo lá: os defensores das empresas, dos produtos brasileiros, advogados, empresários, mas não tinha ninguém, nenhumzinho do governo Lula escalado para fazer a defesa nessa espécie de tribunal, que é quem vai sugerir ou não ao presidente dos Estados Unidos que as tarifas sejam aplicadas”, afirmou.
Ao final do vídeo, Flávio Bolsonaro mostrou a palma da mão, na qual estava escrito “PT, Partido das taxas”, e declarou que o partido governista está “pensando em disputa de poder, ao invés de pensar em defender o povo brasileiro”.