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STF retoma julgamento sobre penduricalhos de funcionários públicos

Ministros analisam suspensão de verbas que excedem o teto de R$ 46,3 mil nos Três Poderes e em todas as esferas da federação
fachada STF (Reprodução / Flickr STF)

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou nesta quarta-feira (25) o julgamento de uma série de ações sobre o pagamento de “penduricalhos” (parcelas remuneratórias ou indenizatórias) no serviço público. O objetivo é definir se serão mantidas as decisões que suspenderam benefícios concedidos a servidores que, somados ao salário, ultrapassam o teto constitucional de R$ 46,3 mil.

Em 5 de fevereiro, os ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes suspenderam as verbas e agora o plenário analisa se elas devem retornar. Na Reclamação 88319, sob relatoria de Dino, o ministro vetou pagamentos indenizatórios não previstos em lei, além de proibir novos atos que permitam remunerações acima do limite. Mendes também suspendeu os pagamentos a juízes e membros do Ministério Público

A medida abrange os poderes Executivo, Judiciário e Legislativo nas esferas federal, estadual e municipal. Foi estabelecido um prazo de 60 dias para a revisão e a suspensão definitiva desses pagamentos.


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Autor

  • Beatriz Santos

    Jornalista formada pela Universidade Santa Cecília em 2024. Atua com produção de conteúdo, redação e assessoria de imprensa.

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